“Como se diz por ai
“tu te tornas eternamente responsável
por aquilo que cativas”.
A questão que o sentimento
percebido a alguns minutos atrás,
fora deserdado do atual momento,
mas dizia assim:
Sinto-me altamente honrado
de poder compartilhar da vida
de todos vocês, amigos,
que se fazem presentes
e transmitem o bem estar,
ainda não aprendi
a demonstrar tais sensações.
Breve intervalo
Agora, talvez eu esteja,
ou seja, egoísta,
os que me rodeiam, fazem-me bem,
mas eles não compartilham
de tal amplitude alcançada,
nem tudo é belo para todos,
talvez pela dor
que elas sentem internamente,
eu não posso curar feridas,
talvez utilmente
fazer um curativo
e mostrar um novo ponto de vista,
o meu, o do lado positivo,
do outro lado, acima...
Os princípios são muito bonitos
nessa hora, mas
do que adianta?
O que será lembrado?
Essa falsa ilusão da realidade,
é – bom ao momento (libertas risos e sorrisos)
– e muito ruim quando se está só.
Mas desta não tenho certeza.
Não achei nenhum final perdido
pelo ar para esse feixe”.
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