Todas as pessoas são boas,
até que elas próprias provem o contrário.
Percebo... mas
uma amiga disse para usar a razão.
Racionalizar o ambiente em que
se encontra o teatral momento,
o vento que perpassa o meu rosto
é gélido e suave,
cortante e macio,
só depende da pressa que por ele
é tocado,
mas os passos andam sozinhos
e a luz já foi descansar,
esta sombria escuridão
só se define assim
porque as estrelas não são lembradas!
A aventura que lhe faz
adrenalina escorrer
e dizer palavras que saem da boca,
(poesia racionalizada)
surgidas de não sei aonde,
talvez do efeito do instante
inspirador e gradual
que o atingem
em cada ponto
em um único local
que se tornaste
ao tamanho do improvável,
deve-se ser muito louco
para escrever poesias
que falem do
fluxo de pensamento,
de todos os pensamentos,
não sei, quase, onde vieram,
apenas alguns que constam
nas primeiras linhas
escritas em outras palavras.
O que se faz depois,
só Ele sabe de monumento surgiste,
afinal,
utilizar da razão,
não significa necessariamente compreendê-la,
e não necessariamente utilizá-la,
e descobre-se que escrever sem sentir,
significa escrever palavras
que não têm significado.
Então logo,
as pessoas são confiáveis
até o dia em que não vê-las mais,
o perdão é emoção,
mas estou descrevendo,
me nego a acreditar na face ruim,
aí está a arte de surpreender,
ver o que está enterrado,
o lado em que vale a pena sorrir,
e se assim fores,
tenho certeza que machucar-me-ão,
mas estou apenas desenhando o retrato,
os sentimentos não estão sendo questionados,
Tu és aquilo que pensas que és,
mas não penso em mim.
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