“... aqui jaz um velho começo!”
“Aqui proclamo aos transeuntes a fé,
a harmonia, o respeito e a felicidade!”.
“Quero vos servires de graça,
de apresso, de zelo”.
“Eu quem estou a pronunciar
versos saltados,
para um povo que... é meu povo”.
“Integro-me nesta dádiva
de compartilhar o pouco
para colher o nada de todo coração”.
“Quero-te, sinto-te, exijo-te
de crença, de unidade,
respondendo aos agressores com... silêncio”.
“Forma absoluta de ser imprevisível”;
“Intangível de se poder formular, com raiva”;
“Só a voz do silêncio”;
“Já nem sou quem lhe escreve...”.
“Dúvida? Este é meu nome,
talvez pior se certeza,
porque antes morada,
do que ser tempestade”.
“Ao som e agrado do prometido,
é a vida e é a vida, videira;
açucareiro, museu. Som limpo?
Imagem perfeita? Modelo pré-maquinário?”
“Mais besta do que... do que?
Abra-se, quais as palavras?
Intentos, arrepios, estampidos,
apenas um punhado de palavras...”.
“Dê apenas o que não tem,
peça tudo o que não pode ter.
Imposição? Não,
nem lembro o assombro...”.
Nota:
“Nenhuma é pensada
que a defina anteriormente”.
“Eu não as escrevo,
eu as tento compreender...”.
“Logo, não é o que quero dizer”.
“Logo, não sei o que quero dizer”.
“Abro o tom
e espero a reação”.
“Querem me deserdar
por saberem...”.
“Falta de uma...”
“Palavras
depois de escritas,
mesmo
realmente,
da equação
de minha vivacidade
sempre
...”.
“Código, esperava o quê?
Um alimento processado,
prestes a ser engolido
sem ao menos saber
que...”.
A chave és tu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário